A Salvação que Deus concedeu a Israel

admin janeiro 13th, 2009

“De dia os guiou com uma nuvem, e toda noite com um clarão de fogo. Fendeu as penhas no deserto e deu-lhes água pra beber como de grandes abismos. Fez sair fontes da rocha e fez correr as águas como rios”

Sl 78.14-16

Israel entrou no Egito por meio de José, junto com seu pai Jacó e seus irmãos. O que era bom aos olhos de Faraó, pois Jacó o abençoou (Gn 47.7). Passando-se muitos anos, eis que se levantou no Egito um rei que não conhecia a José, e disse: “Eis que o povo dos filhos de Israel é muito e mais poderosos do que nós” Ex 1.9; e os egípcios impuseram sobre o povo de Israel maiorais de tributos, e o interessante era que “quanto mais o afligiam, mais cresciam e multiplicavam” Ex 1.12.

A ousadia de Faraó foi maior quando ordenou que lançasse ao rio, todos os filhos varões recém-nascidos de Israel. Mas foi nessa que nasceu Moisés – o que foi tirado das águas (significado do nome Moisés) – Teria a Missão de tirar o povo de Israel do Egito. Moisés mata um egípcio para salvar um hebreu, depois foge (…). Já em Ex 3.7 o Senhor disse: “ Tenho visto atentamente a aflição do meu povo… portanto desci para livrá-los”. A descida de Deus não foi em vão. O Senhor não queria livrar o povo apenas da garra de Faraó, o grande EU SOU queria mais, queria mostrar que só Ele era o único e verdadeiro Deus.

Em Ex 7.10,11 Moisés lança seu cajado ao chão e o torna em serpente – Faraó e seus magos o mesmo faz; mas a serpentes de Faraó são tragadas pela serpente de Moisés. Deus humilhava à Faraó. Enquanto isso o coração de Faraó endurecia mais. Deus enviou dez pragas ao Egito, foram elas: águas em sangue, rãs, piolhos, moscas, a peste dos animais, das úlceras, saraivas, gafanhotos, trevas e por último a morte de todos os primogênitos de faraó. Deus queria completar suas maravilhas no Egito, e deixou o povo de Israel sobre aviso; em Ex 11.1b “E quando vos deixarem ir totalmente, a toda pressa vos lançará daqui”. Em Ex 12.37 diz: “Seiscentos mil homens israelitas partiram do Egito, sem contar os meninos”. O tempo em que Israel viveu no Egito foi de 430 anos. Em Ex 12.41, diz que “Os exércitos do Senhor saía do Egito”. Já em Ex 14.14 Deus manda seu exército marchar diante do grande Mar Vermelho. Deus tirou seu povo do Egito com mão forte, e ainda mostrou para todos os povos a grandeza de seu poder.

Israel foi intitulado como povo de dura cerviz. No deserto provocavam o Altíssimo na solidão. Deus estava com eles tanto de dia como de noite Sl 78.14-16; será que eles não O percebiam?! Pediam carne e diziam: “prepararia Deus para nós um banquete no deserto?”.

O Senhor tem estado conosco todos os dias de nossas vidas, e muitas das vezes, não observamos esses sinais. E posso me lembrar de alguns livramentos, e você?! Quem é  que  cuida de nós ,e  não deixa nos faltar o pão? Quem é que dorme com você e te desperta todas as manhãs?!

Como o povo de Israel – ignoramos os mandamentos do Senhor – porquanto muitas das vezes não cremos em Deus e nem confiamos na sua salvação. Se admitirmos que pecamos e confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo e irá perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.

Confesse seus pecados ao seu Pai do céu. Você se livra deles pela confissão, e Ele substitui o pecado por perdão. Ele o purifica. É como receber um banho por dentro.

60 anos de Declaração Universal dos Direitos Humanos

admin janeiro 13th, 2009

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Boletim Médico das últimas horas de Jesus Cristo

admin maio 23rd, 2008

Relato aqui a descrição das dores de Jesus feita por um grande estudioso francês, o médico Dr. Barbet: dando a possibilidade de compreender realmente as dores de Jesus durante a sua paixão.

“Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei a fundo anatomia. Posso portanto escrever sem presunção.”

Jesus entrou em agonia no Getsemani - escreve o evangelista Lucas – orava mais intensamente. “E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra”. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas . E o faz com a precisão dum clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. Se produz em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.

Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.

Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que aqueles da acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).

Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso.

Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la é atroz. Alguma vez vocês tiraram uma atadura de gaze de uma grande chaga? Não sofreram vocês mesmos esta experiência, que muitas vezes precisa de anestesia? Podem agora vos dar conta do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Como aquela dor atroz não provoca uma síncope? O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício! Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), o apóiam sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. No mesmo instante o seu pólice, com um movimento violento se posicionou opostamente na palma da mão; o nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se, como uma língua de fogo, pelos ombros, lhe atingindo o cérebro. Uma dor mais insuportável que um homem possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos. De sólido provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado! Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha.

A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas. O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos o laceraram o crânio. A pobre cabeça de Jesus inclinou-se para frente, uma vez que a espessura do capacete o impedia de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudíssimas.

Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. As feições são impressas, o vulto é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. Se diria um ferido atingido de tétano, presa de uma horrível crise que não se pode descrever. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.

Jesus atingido pela asfixia, sufoca. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Que dores atrozes devem ter martelado o seu crânio! Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus tomou um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforçando-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração se torna mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”.

Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés, inimaginável!

Enxames de moscas, grandes moscas verdes e azuis, zunem ao redor do seu corpo; irritam sobre o seu rosto, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura se abaixa. Logo serão três da tarde. Jesus luta sempre: de vez em quando se eleve para respirar. A asfixia periódica do infeliz que está destroçado. Uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancaram um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?”. Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado disse: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E morre.

“Ele fez tudo isso por amor a você!

E você, o que faz por ele?!?”

Aprendendo com as Seitas e Heresias

admin maio 10th, 2008

Ao analisar crenças contrárias ‘a Bíblia e nos empenhar em defender a nossa fé acabamos por descobrir falhas em nós mesmos que precisam ser corrigidas, pois, tão grave quanto seguir crenças erradas é “não viver o que pregamos”, não obedecer ‘a Palavra de Deus!

Os muçulmanos oram cinco vezes por dia ‘a Alah , prostrando-se a ponto de encostar a testa no chão.
- Quantas vezes oramos por dia ao nosso Deus Vivo?

Os budistas e outros religiosos orientais utilizam-se de meditação constantemente.
- Você tem meditado na Palavra de Deus de dia e de noite como diz o Salmo 1, verso 2?

Os adeptos da seita Hare Krishna adoram cantar o mantra “Hare-Krishna”.
- O que você tem cantado? Você costuma louvar ao Senhor com frequência ou fica ouvindo e cantando música mundana? (Sl. 100)

A Seicho-No-Ie espalha de tal forma suas “belas palavras” que se torna difícil encontrar alguém que nunca viu um calendário de parede com
suas mensagens de “pensamento positivo”.

- Você tem semeado a Palavra de Deus? Você tem visto versículos bíblicos em paredes ou em calendários?
Os judeus e adventistas guardam o sábado enquanto outros cristãos defendem o domingo.

- Você tem dedicado 1 dia da semana para Deus? Mórmons e Testemunhas de Jeová são vistos nas ruas entregando
folhetos e batendo de porta-em-porta propagando seus ensinamentos. - Você tem feito evangelismo? (Leia Mc 16.15)

A Maçonaria destaca-se pela fidelidade entre os membros uns aos outros. Quando algum deles precisa de ajuda é prontamente atendido
por seu companheiro de crença. - Você tem ajudado o seu irmão? (Mt 5.40-48)

Os espíritas são elogiados por seus feitos assistenciais na área de caridade.
- Será que estamos agindo assim também? O que a Bíblia diz sobre caridade? (Leia Tg. 1.27)

Católicos durante a missa mantem-se em silêncio enquanto o padre fala. Da mesma forma em um julgamento as pessoas silenciam-se enquanto fala o juíz. - Será que nós, diante da presença do Senhor, por uma questão de reverência, ficamos sem conversas-de-lado durante o culto? Católicos confessam pecados (se bem que, aos Padres).

- Nós confessamos os nossos pecados uns aos outros conforme ensina Tg. 5.16? Algumas pessoas crêem em Astrologia e não saem de casa sem antes ler o seu “horóscopo do dia”. - E quanto a nós cristãos? Lemos a Bíblia, ao menos um versículo antes de sair de casa? (Mt 4.4) Esotéricos “comem” cada livro lançado no mercado editorial aumentando assim a quantidade e destaque deste gênero nas livrarias. - Você tem o hábito de ler livros cristãos? De comprar bons livros de Estudos Bíblicos?

Pensem nisso.

Ósculo Santo - O que mudou?

admin abril 7th, 2008

“Por que não usamos o ósculo em nossas saudações?”

“Saudais uns aos outros com santo ósculo” Rm 16.16; O ósculo santo, como o chama Paulo, ou ósculo de caridade, como o denominou posteriormente Pedro; era uma saudação de trato ou hábito puramente social, que teve lugar entre os irmãos componentes de algumas igrejas nos dias apostólicos, mas sem finalidade religiosa, sem que se constituísse doutrina nem meio de santificação, pois quem santifica a Igreja é Jesus, pelo Espírito Santo.

Sendo o ósculo, apenas, uma forma de trato social, passou com o tempo e ficou sujeito a mudanças como mudam os costumes regionais, que ora são abolidos, ora transformados, ora substituídos. Os hábitos morais são os que mais se arraigam à sociedade, e, mesmo assim, sofrem transformações ou são esquecidos.

Destarte, reiterando o que foi dito , o ósculo, como todos os costumes sociais era periódico, sujeito a mutações com o passar do tempo. Assim aconteceu, e dizemos que caiu em desuso.

Também se deve levar em conta o sentido higiênico, pois o beijo pode até transmitir doenças. Devemos também considerar o desenvolvimento da maldade do coração humano. Ademais, “A paz do Senhor” quando dada com sinceridade, traduz todo o amor e apreço cristão.

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